A linha de Pisos e Estrados Plásticos EkoPalete cobre quatro modelos modulares em PP polipropileno reciclado injetado — do piso drenante 50×50×3 com furos 1×1 cm ao Eko Super 41×82×13 autoral — fabricados há 19 anos em Ribeirão Pires/SP, com certificação EcoVadis Bronze 2024. São superfícies não porosas, higienizáveis e antiderrapantes por característica construtiva, indicadas para câmara fria, vestiário, hortifruti, armazém e ambiente higiênico controlado.
O mercado de plástico industrial costuma tratar piso plástico e estrado plástico como sinônimos — mas são produtos de função técnica distinta, e separar os dois conceitos é o primeiro passo para especificar corretamente. O piso plástico é um revestimento modular que cobre o chão: peças que se encaixam para formar uma superfície drenante, antiderrapante e removível sobre a laje existente. O estrado plástico é uma base elevada de apoio: um tablado que isola a carga — caixas, sacarias, equipamento — do piso molhado ou oleoso, criando um vão de ventilação por baixo.
Na prática, a diferença define o uso. Quem precisa pisar com segurança sobre uma área molhada — vestiário, câmara fria, sala de processamento — quer um piso plástico drenante que mantenha os pés acima da água. Quem precisa armazenar mercadoria sem contato com o chão — entreposto de hortifruti, CD alimentar, armazém — quer um estrado plástico que eleve a carga e permita circulação de ar. O piso é onde se anda; o estrado é onde se apoia.
Essa distinção tem respaldo regulatório direto. A RDC 216/2004 da ANVISA, no item 4.7.6, exige que matérias-primas e embalagens sejam armazenadas "sobre paletes, estrados e ou prateleiras... de material liso, resistente, impermeável e lavável" — ou seja, a norma trata o estrado como elemento de armazenagem elevada. Já o item 4.1.3 da mesma resolução trata do piso da edificação, que "deve possuir revestimento liso, impermeável e lavável". São dois papéis sanitários diferentes para dois produtos diferentes.
A linha EkoPalete cobre os dois lados. Para revestir o chão de forma drenante, o piso plástico 50×50×3 com furos 1×1 cm. Para elevar carga e criar vão de ventilação, os estrados plásticos 50×50×5 e 40×40×4,5, além do Eko Super 41×82×13 para apoio e display de maior porte. Especificar começa por responder uma pergunta simples: o produto vai no chão para pisar, ou eleva carga acima do chão? A resposta separa piso de estrado.
Os Pisos e Estrados Plásticos EkoPalete seguem um material canônico de duas camadas: linha padrão em PP polipropileno reciclado injetado, cores Branco, Preto e Cinza. Disponível também em PP ou PE virgem natural sob encomenda, com cores customizadas Pantone, 100% reciclável ao fim da vida útil. A camada padrão usa PP polipropileno reciclado porque o piso e o estrado industrial não exigem material primário — não há contato direto com alimento, e a reciclabilidade reforça o argumento ESG da operação.
A matéria-prima reciclada vem de cadeia de reciclagem própria em seis etapas, processando cerca de 80 toneladas mensais de polímero recuperado em Ribeirão Pires/SP: coleta de seminovo de importação e descarte B2B, classificação por polímero, moagem em flake calibrado, granulação, homogeneização térmica e extrusão com peletização final. Cada peça de PP polipropileno reciclado que sai da linha é, portanto, 100% reciclável novamente ao fim da vida útil, fechando o ciclo da economia circular.
A linha tem capacidade técnica para produzir qualquer material conforme o requisito da aplicação. Para procurement que exige cor customizada ou propriedade específica, a variante virgem natural sob encomenda (PP ou PE) abre o leque de Pantone e acabamento. Para câmara fria de regime padrão −25°C, a EkoPalete fornece PP reciclado branco de boa qualidade ou PP natural injetado — ambas as linhas aguentam o ciclo térmico sem rachadura por fadiga. Já o tier de −40°C usa PP ou PEAD virgem injetado, exigido pelo regime severo de congelamento — a confirmação de variante para piso/estrado nesse tier é tratada na cotação técnica.
Para o cliente B2B com programa ESG, relatório GRI / CDP ou auditoria PNRS (Lei 12.305/2010), a cadeia de seis etapas — operada há 19 anos em Ribeirão Pires/SP e — gera dado verificável de circularidade. Toda a linha de Pisos e Estrados Plásticos está integrada ao Programa de Troca 7:1 EkoPalete: a cada 7 itens plásticos quebrados de qualquer fabricante devolvidos, a EkoPalete entrega 1 item novo equivalente — logística reversa que alimenta a própria cadeia de reciclagem e fecha o ciclo do PP polipropileno reciclado.
O catálogo de Pisos e Estrados Plásticos cobre quatro modelos organizados em três famílias técnicas — piso modular drenante, estrado tablado de apoio e o Eko Super autoral de maior porte. Clique nas famílias abaixo para expandir as especificações por modelo.
| Modelo | Dim C×L×A (cm) | Estrutura | Aplicação |
|---|---|---|---|
| Piso Plástico 50×50×3 | 50 × 50 × 3 | Modular drenante · furos 1×1 cm · encaixe macho-fêmea | Câmara fria · vestiário · chuveiro industrial · área molhada · sala limpa |
O piso plástico 50×50×3 é a peça carro-chefe da linha: revestimento modular com furos 1×1 cm que escoam o líquido e mantêm a superfície seca e antiderrapante. Encaixa sem ferramenta e é removível para higienização profunda.
| Modelo | Dim C×L×A (cm) | Estrutura | Aplicação |
|---|---|---|---|
| Estrado Plástico 50×50×5 | 50 × 50 × 5 | Tablado elevado · vão de ventilação 5 cm | Armazém · hortifruti · CEAGESP · CD alimentar área molhada |
| Estrado Plástico 40×40×4,5 | 40 × 40 × 4,5 | Mini-tablado modular | Mercearia · display · exposição de menor porte |
Os estrados elevam a carga do piso molhado e criam vão de ventilação por baixo. O 50×50×5 atende armazenagem alimentar; o 40×40×4,5 serve mercearia e display de menor escala.
| Modelo | Dim C×L×A (cm) | Estrutura | Aplicação |
|---|---|---|---|
| Eko Super 41×82×13 | 41 × 82 × 13 | Base modular elevada de maior porte | Displays · ilhas promocionais · decoração · exposição de PDV |
O Eko Super 41×82×13 é produto autoral EkoPalete dedicado a displays e decoração de maior porte — base modular elevada para PDV, ilhas promocionais e exposição de mercadoria de volume.
O diferencial técnico do piso plástico modular é a drenagem. A estrutura vazada do piso 50×50×3, com furos 1×1 cm distribuídos pela superfície, permite que água, líquido de lavagem e resíduo escoem por baixo em vez de formar poça sobre o piso. Em câmara fria, sala de processamento e área de chuveiro industrial — onde a lavagem é constante — essa drenagem mantém a superfície seca, reduz o risco de escorregão e eleva os pés do operador acima da lâmina d'água.
A higienização segue a mesma lógica. O PP polipropileno reciclado é uma superfície não porosa: não absorve líquido, não retém gordura e não acumula resíduo nas frestas, ao contrário de piso de madeira ou borracha porosa. As peças do piso e do estrado se encaixam sem ferramenta e são removíveis, o que permite levantar a área inteira para uma higienização profunda do chão por baixo — operação inviável em piso fixo monolítico.
Os furos 1×1 cm do piso 50×50×3 cumprem dupla função: escoam o líquido e criam relevo antiderrapante por característica construtiva. A combinação de superfície não porosa, drenagem por furo calibrado e modularidade removível atende ao requisito sanitário de "material liso, resistente, impermeável e lavável" que a RDC 216/2004 coloca tanto para o piso da edificação (item 4.1.3) quanto para estrados de armazenagem (item 4.7.6). Em entreposto de hortifruti e CD alimentar, o estrado plástico elevado garante o mesmo escoamento por baixo da carga, somado ao vão de ventilação que mantém a mercadoria fora do contato com o chão molhado.
A decisão entre piso plástico modular, piso epóxi e piso de concreto aparece sempre que uma operação revê o revestimento de uma área molhada ou de processo. As três tecnologias resolvem problemas diferentes, e a escolha depende menos de "qual é melhor" e mais de "qual a necessidade": superfície fixa contínua, ou base modular drenante e removível.
O piso epóxi e o concreto são monolíticos e fixos — viram obra para instalar e obra para reparar. O epóxi entrega superfície lisa e contínua, sem rejunte, com boa resistência química, mas exige cura, aplicação por equipe especializada e, quando racha, demanda re-aplicação localizada ou total. O concreto é permanente: alterar o layout exige demolição. O piso plástico modular ocupa o outro extremo — encaixa sem obra, drena por furo, remove-se peça a peça e remaneja-se para outra área quando a operação muda.
A análise abaixo cobre dez critérios técnicos. O comparativo aprofundado entre as tecnologias é tratado em conteúdo de blog dedicado (ver "Veja nossos conteúdos sobre pallets") — aqui fica a introdução de topo de funil para quem ainda decide a tecnologia de piso.
| Critério | Piso Plástico modular EkoPalete | Piso Epóxi | Piso Concreto |
|---|---|---|---|
| Instalação | Encaixe modular sem ferramenta · sem obra | Aplicação por equipe especializada · exige cura | Concretagem · obra civil |
| Drenagem | Estrutura vazada · furos 1×1 cm escoam líquido | Superfície lisa · exige caimento e ralo | Superfície lisa · exige caimento e ralo |
| Remoção / remanejamento | Removível e reposicionável a qualquer momento | Fixo · remoção exige raspagem | Permanente · exige demolição |
| Reparo | Troca peça a peça | Re-aplicação localizada ou total | Demolição parcial + reconcretagem |
| Tempo de liberação | Imediato após encaixe | Espera de cura | Espera de cura do concreto |
| Higienização | Superfície não porosa · removível para limpeza por baixo | Lisa não porosa · fixa | Porosa se não selada |
| Antiderrapância | Por característica construtiva (relevo + furos) | Depende de aditivo antiderrapante na resina | Depende de acabamento |
| Adaptação a layout que muda | Alta · remaneja sem obra | Baixa · refazer aplicação | Nenhuma sem demolição |
| Fim de vida | 100% reciclável · Programa Troca 7:1 | Descarte como resíduo de obra | Entulho de demolição |
| Quando escolher | Área molhada drenante · layout flexível · sem obra | Superfície contínua fixa de alta resistência química | Base estrutural permanente |
A linha de Pisos e Estrados Plásticos atende seis sub-setores B2B com requisito sanitário e SKU âncora próprios.
Câmara fria, frigorífico e processamento de pescado/laticínio (SIF/SISBI) — Câmaras frias e salas de processamento operam com lavagem constante e exigem piso e estrado impermeáveis, resistentes a carga e fáceis de higienizar. O RIISPOA (Decreto 9.013/2017, Art. 42, XII) coloca como condição do estabelecimento "pisos impermeabilizados com material resistente e de fácil higienização" capazes de drenar águas residuais, e a RDC 216/2004 (item 4.7.6) reforça a armazenagem "sobre paletes, estrados e ou prateleiras... de material liso, resistente, impermeável e lavável". O Piso Plástico 50×50×3 com furos 1×1 cm escoa o líquido e eleva o produto do chão molhado; para regime de câmara fria padrão −25°C, a linha em PP reciclado branco de boa qualidade ou PP natural injetado aguenta o ciclo térmico. O tier de −40°C (PP ou PEAD virgem injetado) é confirmado na cotação técnica.
Vestiário, refeitório e chuveiro industrial — Vestiários, refeitórios e áreas de chuveiro concentram piso molhado e risco de escorregão. O piso plástico modular cria superfície elevada e drenante que mantém os pés acima da água, com furos que escoam o líquido e estrutura removível para limpeza. Em refeitório, a RDC 216/2004 (item 4.1.3) exige revestimento "liso, impermeável e lavável" — coerente com o PP polipropileno reciclado não poroso. O conforto de pisar sobre uma superfície seca e estável é benefício do produto, não uma obrigação normativa imposta sobre o empregador.
Hortifruti, CEAGESP e CD alimentar de área molhada — Em entrepostos como a CEAGESP e centros de distribuição de varejo alimentar, caixas e sacarias não podem tocar o piso molhado de lavagem frequente. O Estrado Plástico 50×50×5 eleva a carga, garante ventilação por baixo e resiste à lavagem diária — exatamente o que a RDC 216/2004 (item 4.7.6) pede ao exigir armazenagem sobre estrados de material lavável, com espaçamento que garanta "adequada ventilação, limpeza e... desinfecção". Aqui o produto é estrado (apoio elevado), não piso (revestimento de chão).
Armazém, display, decoração e mini-tablado — Em armazéns, mercearias e ações de PDV, o estrado plástico funciona como base modular para display, ilhas promocionais e mini-tablados que elevam mercadoria do chão. O Eko Super 41×82×13 (produto autoral EkoPalete) atende displays de maior porte e decoração, enquanto o Estrado Plástico 40×40×4,5 serve mercearia e exposição de menor escala. A modularidade permite compor áreas de qualquer dimensão sem ferramenta.
Farmacêutico, cosmético e sala limpa — Áreas de produção farmacêutica e cosmética sob Boas Práticas de Fabricação exigem superfícies não porosas, laváveis e que não acumulem resíduo. O Piso Plástico 50×50×3 oferece superfície não porosa e desmontável para higienização profunda, útil como piso de apoio em zonas de carga/descarga e antecâmaras. O produto é compatível com o requisito de superfície não porosa dessas áreas; a conformidade específica por modelo é tratada na cotação técnica.
Galpão, mercearia, padaria e cervejaria — Em galpões e operações como padaria e cervejaria artesanal, o piso da área operacional precisa resistir às cargas e não oferecer risco. A NR-12, no item 12.2.4, coloca textualmente que "o piso... deve ser resistente às cargas a que está sujeito e não deve oferecer riscos de acidentes". O piso plástico modular drenante contribui para tração em piso molhado de processo (lavagem de tanque, derramamento) e eleva equipamento sensível do contato direto com água; onde o chão alterna seco e molhado, o escoamento por furos 1×1 cm reduz a poça.
Os Pisos e Estrados Plásticos se relacionam a um conjunto de normas de segurança, acessibilidade, vigilância sanitária e meio ambiente. A tabela consolida o arcabouço aplicável, com a ressalva de que o atendimento específico por modelo é confirmado na cotação técnica.
| Norma / Padrão | Escopo | Relação com piso/estrado plástico |
|---|---|---|
| NR-12 · item 12.2.4 | Segurança em máquinas e equipamentos | Piso resistente às cargas e sem risco de acidentes na área operacional |
| NR-17 · Ergonomia | Conforto e segurança no posto de trabalho | Plano de apoio dos pés genérico · conforto é benefício do produto, não exigência de "piso antifadiga" |
| ABNT NBR 9050:2020 | Acessibilidade · piso firme, estável e antiderrapante | Norma aplicável de antiderrapância · atendimento por princípios de acessibilidade |
| RDC 216/2004 ANVISA · 4.1.3 + 4.7.6 | Boas práticas em serviços de alimentação | Piso liso/impermeável/lavável (4.1.3) · armazenagem sobre estrados laváveis (4.7.6) |
| PNRS · Lei 12.305/2010 | Política Nacional de Resíduos Sólidos · logística reversa | Programa de Troca 7:1 gera comprovante auditável ESG |
| RIISPOA · Decreto 9.013/2017 · Art. 42 XII | Inspeção industrial de produto de origem animal | Frigorífico exige piso impermeabilizado, resistente e com drenagem de águas residuais |
Os textos oficiais podem ser consultados na NR-12 (gov.br/MTE), na NR-17 vigente (gov.br/MTE), na RDC 216/2004 ANVISA (BVS) e na Lei 12.305/2010 PNRS (Planalto).
A antiderrapância dos Pisos e Estrados Plásticos EkoPalete é resultado de auto-classificação por característica construtiva, não de laudo numérico. A própria geometria do piso — relevo da superfície, furos 1×1 cm e estrutura vazada que escoa o líquido — funciona como design antiderrapante natural: a água não forma lâmina sobre a peça, e o relevo oferece tração ao pé e à roda.
Essa avaliação é honesta sobre o que a EkoPalete declara e o que não declara. A classificação é por característica do produto — escoamento, relevo e drenagem — e não por ensaio de coeficiente de atrito com número de laudo. Quando o cliente precisa de um valor formal de antiderrapância para uma especificação rígida, esse requisito é discutido na cotação técnica. A estrutura vazada com furos cumpre o papel prático de manter a superfície seca, que é a causa mais comum de escorregão em área molhada — e, ao escoar o líquido por baixo, o piso plástico ataca o problema na origem em vez de depender apenas de textura superficial.
O piso plástico modular é um revestimento que cobre o chão: peças que se encaixam para formar uma superfície drenante e antiderrapante sobre a laje. O estrado plástico é uma base elevada de apoio que isola a carga do piso molhado ou oleoso e cria vão de ventilação por baixo. Em resumo: o piso é onde se anda, o estrado é onde se apoia a carga. O mercado costuma confundir os termos, mas são produtos de função distinta — e especificar começa por separá-los.
Sim. A linha de piso plástico em PP reciclado branco de boa qualidade ou PP natural injetado aguenta câmara fria de regime padrão −25 °C de forma contínua, sem rachadura por fadiga térmica. Para regime mais severo de congelamento (na faixa de −40 °C), a especificação usa PP ou PEAD virgem injetado, exigido pela severidade do ciclo, confirmada na cotação técnica. Indique o regime de temperatura da sua operação para receber a recomendação correta de modelo.
A linha padrão é PP polipropileno reciclado injetado, nas cores Branco, Preto e Cinza. Disponível também em PP ou PE virgem natural sob encomenda, com cores customizadas Pantone, 100% reciclável ao fim da vida útil. O PP polipropileno reciclado vem da cadeia de reciclagem própria EkoPalete em seis etapas, processando cerca de 80 toneladas mensais em Ribeirão Pires/SP.
Sim, por auto-classificação por característica construtiva: o relevo da superfície, os furos 1×1 cm e a estrutura vazada que escoa o líquido funcionam como design antiderrapante natural, mantendo a superfície seca. A avaliação é por característica do produto — escoamento, relevo e drenagem — e não por laudo numérico de coeficiente de atrito. Requisito formal de antiderrapância é discutido na cotação técnica.
O preço varia conforme modelo, dimensão, cor e volume cotado. A cotação técnica retorna em 24 horas via WhatsApp ou formulário de contato, com datasheet por modelo, prazo logístico para o CEP do destino e simulação do Programa de Troca 7:1 aplicável ao perfil operacional.
O epóxi é monolítico e fixo — vira obra para instalar e para reparar, exige cura e, quando racha, demanda re-aplicação. O piso plástico modular é removível, drenante e reposto peça a peça, sem obra, e remaneja-se quando o layout muda. Escolha o plástico quando a necessidade é área molhada drenante e layout flexível; escolha o epóxi quando a necessidade é uma superfície contínua fixa de alta resistência química.
O concreto é permanente e exige demolição para qualquer alteração de layout; o piso plástico modular dispensa quebra e concretagem e permite remanejar a área quando a operação muda, reduzindo a intervenção de obra. O retorno depende do perfil de cada operação — frequência de mudança de layout, necessidade de drenagem e custo de parada para obra — e é dimensionado caso a caso na cotação técnica, sem número de ROI cravado de antemão.
O Eko Super 41×82×13 é produto autoral EkoPalete para displays e decoração de maior porte: base modular elevada para PDV, ilhas promocionais e exposição de mercadoria de volume. Eleva o produto do chão e compõe áreas de exposição sem ferramenta, com a mesma superfície não porosa e higienizável da linha.
A NR-12, no item 12.2.4, exige piso resistente às cargas e sem risco de acidentes na área operacional — princípio que o piso plástico modular endereça com superfície resistente e drenante. A NR-17 trata de ergonomia de forma genérica e não institui "piso antifadiga" como obrigação; o conforto de pisar sobre superfície seca e estável é benefício do produto, não exigência normativa. O atendimento por modelo é confirmado na cotação técnica.
O Piso Plástico 50×50×3 tem furos 1×1 cm distribuídos pela superfície (cota confirmada pela Engenharia EkoPalete). Os furos escoam água, líquido de lavagem e resíduo por baixo, mantêm a superfície seca e criam relevo antiderrapante por característica construtiva. A estrutura vazada permite higienização por baixo e atende ao requisito de drenagem de área molhada.
Sim. A cobertura comercial dos Pisos e Estrados Plásticos é Brasil, Argentina e Uruguai, com prazo logístico dimensionado por dimensão, volume e CEP de destino. Indique o destino na cotação para receber o prazo e a condição de frete aplicáveis.
Sim. O Programa de Troca 7:1 vale para toda a linha de Pisos e Estrados Plásticos, em vigência contínua e sem prazo de adesão: a cada 7 itens plásticos quebrados de qualquer fabricante devolvidos, a EkoPalete entrega 1 item novo equivalente, gratuitamente. Os itens devolvidos alimentam a cadeia de reciclagem de seis etapas em Ribeirão Pires/SP, sustentada pela logística reversa da PNRS (Lei 12.305/2010).
Cotação técnica de Pisos e Estrados Plásticos em 24 horas via WhatsApp ou formulário no site, com datasheet por modelo (dimensão, cor, material conforme aplicação, regime de temperatura para câmara fria e simulação do Programa de Troca 7:1 para o volume operacional). Para frigorífico SIF/SISBI, entreposto de hortifruti, vestiário industrial, sala limpa farmacêutica ou ação de PDV com display, a operação de 19 anos em Ribeirão Pires/SP, com certificação, entrega plano de fornecimento com cronograma logístico previsível.
| Guia piso e estrado modular | PEAD, câmara fria, dimensões | Piso plástico vs epóxi vs concreto | Comparativo de custo e ROI |
| Piso ANVISA antiderrapante | Normas e conformidade | Piso e estrado por setor | Câmara fria, frigorífico, vestiário |
| Linha técnica | Modelos representativos | Faixa de preço |
|---|---|---|
| Piso modular | Piso Plástico 50×50×3 (furos 1×1 cm) | R$ 17 – 39 |
| Estrado tablado | Estrado 50×50×5 · Estrado 40×40×4,5 | R$ 21 – 69 |
| Autoral maior porte | Eko Super 41×82×13 | R$ 69 – 107 |
Cotação técnica em 24h via WhatsApp para valor final por modelo, dimensão e volume cotado.